Bem, como todo trabalho feito por um iniciante, tive certas dificuldades principais. Como meu rosto não era tão comum ao meio jornalístico nem sequer nos corredores da rádio, os “simpáticos” seguranças do evento, de começo, relutaram em deixar-me fazer um trabalho em melhores condições. Mas a simpatia, ah a simpatia faz milagres, e consegui abrir portas novas para um trabalho mais bacana, ou melhor, quase todas as portas, exceto a dos camarins do Pepsi On Stage, lugar aonde não cheguei nem perto por intervenção do camarada chefe da segurança da festa.
O material disponível para nós, não fazia inveja aos demais repórteres, até mesmo, causava certo estranhamento no momento inicial e chacotas reservadas em seguida. Até mesmo o espaço, pois assim como eu, por volta de 15 mil pessoas talvez aguardassem ansiosamente o show do Rappa, e neste momento tive talvez uma das maiores dificuldades da noite, fotografar.O empurra-empurra, a massa pulando, e a câmera quase caindo da mão atrapalharam, mas com certeza a força de vontade foi maior e finalmente consegui um local adequado, ou quase, para tal finalidade. Mas as pessoas podem se impressionar com o que se faz com uma câmera amadora, um papel e uma caneta, se fazem histórias.
Como a de Dona Gisele, de 47 anos, presente em todos os aniversários da rádio, trazendo consigo a filha e uma amiga, ambas de 10 anos para a primeira celebração musical da vida. Ou do Vinicíus, da Jéssica, da Cláudia, Luciana e do Rodrigo, os primeiros a chegar, ansiosos, tensos, loucos para ver O Rappa, o primeiro show da banda da vida deles.
E até mesmo a minha história, de poder ver a poucos metros de mim, alguém que nem sequer fez música na minha infância ou adolescência, e sim um pouco antes d isso. Nei Van Sória, na minha frente um ícone da música gaúcha, eterno, pra muitos, mais novos,um tanto desconhecido, mas pra mim, ah, não pra mim.
Tiveram ainda outros momentos magníficos, como ver certos ídolos da galera em situações no mínimo constrangedoras devido ao excesso de álcool misturado com a alegria de reencontros com amigos, as amizades feitas com outros repórteres, fotógrafos e anônimos da galera, até mesmo os que viam a mim pedir acesso a área VIP, e eu respondia apenas com um sorriso, por nada mais poder fazer. A música ecoando por todos os lados, deixando a sensação de uma noite perfeita, as preocupações, os momentos descontraídos e tudo mais fizeram dessa experiência única e deixou com um grande gosto de “vamos fazer de novo”.
O material disponível para nós, não fazia inveja aos demais repórteres, até mesmo, causava certo estranhamento no momento inicial e chacotas reservadas em seguida. Até mesmo o espaço, pois assim como eu, por volta de 15 mil pessoas talvez aguardassem ansiosamente o show do Rappa, e neste momento tive talvez uma das maiores dificuldades da noite, fotografar.O empurra-empurra, a massa pulando, e a câmera quase caindo da mão atrapalharam, mas com certeza a força de vontade foi maior e finalmente consegui um local adequado, ou quase, para tal finalidade. Mas as pessoas podem se impressionar com o que se faz com uma câmera amadora, um papel e uma caneta, se fazem histórias.
Como a de Dona Gisele, de 47 anos, presente em todos os aniversários da rádio, trazendo consigo a filha e uma amiga, ambas de 10 anos para a primeira celebração musical da vida. Ou do Vinicíus, da Jéssica, da Cláudia, Luciana e do Rodrigo, os primeiros a chegar, ansiosos, tensos, loucos para ver O Rappa, o primeiro show da banda da vida deles.
E até mesmo a minha história, de poder ver a poucos metros de mim, alguém que nem sequer fez música na minha infância ou adolescência, e sim um pouco antes d isso. Nei Van Sória, na minha frente um ícone da música gaúcha, eterno, pra muitos, mais novos,um tanto desconhecido, mas pra mim, ah, não pra mim.
Tiveram ainda outros momentos magníficos, como ver certos ídolos da galera em situações no mínimo constrangedoras devido ao excesso de álcool misturado com a alegria de reencontros com amigos, as amizades feitas com outros repórteres, fotógrafos e anônimos da galera, até mesmo os que viam a mim pedir acesso a área VIP, e eu respondia apenas com um sorriso, por nada mais poder fazer. A música ecoando por todos os lados, deixando a sensação de uma noite perfeita, as preocupações, os momentos descontraídos e tudo mais fizeram dessa experiência única e deixou com um grande gosto de “vamos fazer de novo”.
Texto/Foto: Michel Basgal dos Santos



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