Nada estava confirmado quanto a nossa presença no show dos Engenheiros do Hawaii. A tarde fiquei imaginando se a apresentação da banda seria boa ou não, já que os cartazes espalhados pela cidade anunciavam: ‘Engenheiros do Havaí’. Mas como eu sempre aprendi que não se deve julgar um livro pela capa, continuei empolgado com o evento.Umas 18 horas recebi a confirmação de que eu e Diego iríamos cobrir o show dos Engenheiros do Hawaii. Tratei logo de ligar para o Diego e confirmar. Às 19 horas, Diego chegou aqui em casa e fomos até o local, o colégio Maria Auxiliadora. Quando chegamos, vimos o tamanho da fila. Então, falei para Diego ligar para nosso contato, Mateus, avisando que tínhamos chegado, pois eu estava com pouco crédito no celular. Ligado para nosso contato, esperamos junto aos seguranças, sem estar na fila, esperando por Mateus, que liberaria nossa entrada. Quando entramos tratamos de ficar logo o mais perto possível do palco, e então ali esperamos até a hora do show começar. Cada vez que olhava para trás percebia que o público não parava de crescer. Era incrível. Antes do show começar o pessoal gritava: Uhhh é Engenheiros... Uhhh é Engenheiros!.
Era impressionante ver como o público estava contagiante antes mesmo de começar a apresentação da banda. O show começou às 20 horas em ponto. O pessoal cada vez se empolgava mais. É como se a cada música o público tivesse mais disposição. Eu e Diego estávamos acompanhando o show com filmadora. Ficamos revezando a câmera, pois cansava segurar ela no alto. Uma hora e meia se passou e o show acabou. Começamos a procurar pessoal para entrevistar. Encontrei uma amiga, Gabriela Campelo, que fazia tempo que não a via. Conversamos sobre o show. Ela elogiou muito. Fiquei sabendo através dela também que fazia parte de uma prova de gincana vender ingressos, que a cada 50 ingressos vendidos representava 500 pontos para a equipe, o que ajudaria a explicar a presença de quase 1,2 mil pessoas. Fiquei sabendo também que a equipe dela havia vendido o maior numero de ingressos, tendo assim ganho a oportunidade de entrar no camarim e conhecer Humberto Gessinger e sua banda. No entanto, ela não usou este recurso, que estava disponível através de uma pulseira, pulseira esta que ela estava disposta a me dar, mas como só encontrei a Bibi, apelido dela, no final do evento, acabei perdendo esta oportunidade. Depois de conversar com a Bibi, eu e Diego fomos comer um xis, enquanto falávamos do show dos Engenheiros do Hawaii. Depois disso fomos embora sabendo que valeu a pena e, que aquele cartaz do qual falei no inicio que anunciava o show como ‘Engenheiros do Havaí’, não representava absolutamente nada, pois o show superou todas as expectativas.
Texto/Foto: Rafael de Souza Freitas


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