Paula Nozzari é gaúcha, já tocou na Cidadão Quem, De Falla, e Penépole. Christian Kochenborger é carioca, tocou com Jimi James e Leela. Eles formam a Canja Rave. Paula na bateria, Christian na guitarra, além disso, os dois cantam.
Depois de apresentações pelo Brasil, e uma turnê pelos Estados Unidos eles lançam o CD Da Canja à Rave em Porto Alegre.
- Como surgiu a Canja Rave? Por que uma banda com dois integrantes? Nesse caso podemos dizer que menos é mais?
A Canja Rave surgiu como fruto de um relacionamento entre eu e a Paula. Nos finais de semana ficávamos compondo músicas e então resolvemos tocá-las num estúdio.
A banda tem dois integrantes porque achamos divertido que sejam só os dois. Achamos que o som fica preenchido com a guitarra, bateria e vozes. Com certeza menos é mais! Menos gente, menos atrito e mais diversão.
- Como foi o processo de gravação do CD Da Canja à Rave?
A gravação foi feita ao longo de um ano em períodos espaçados. Gravamos no Estúdio Submarino Amarelo com a produção de Duca Leindecker, Leandro Schirmer e Canja Rave. No começo tentamos seguir a fórmula de uma banda normal, com metrônomo, guia, tudo super comportado. Depois o Duca acertadamente sugeriu que a gente gravasse tudo de novo ao vivo e sem metrônomo. Ficou muito melhor, mais vivo, dessa forma aproximando o disco do que é a Canja Rave ao vivo e passando a idéia que a gente queria desde o começo; uma coisa tosca, mas encorpada!
- A Paula já tocou com o Duca Leindecker, na Cidadão Quem. Isso influenciou a participação dele na produção do CD?
Com certeza influenciou para que ele tivesse interesse na banda. Primeiro ele quis fazer uma gravação rápida, um teste que seria um “demo” com qualidade de disco. Depois ele se empolgou e quis fazer um disco inteiro, participando na produção.
- Qual a função de cada um na Canja Rave?
Na Canja Rave além do Chris tocar guitarra e cantar, compõe melodias e harmonias. A Paula além da bateria e também cantar faz as letras. Claro que isso não é uma regra, os dois fazem letras e músicas tb, mas esse é o processo mais comum ATÉ AGORA. Ambos cuidam da parte administrativa da banda e fazem os arranjos das músicas.
- Do que falam as músicas da banda?
As letras de nossas músicas sempre falam de coisas que acontecem no nosso dia-a-dia. Tentamos passar muita verdade no som que fazemos. Muitas vezes acaba dando certo por isso, porque não estamos fingindo ser algo que não somos.
- Paula, você ficou conhecida por tocar bateria. O que significa ser reconhecida também pela voz?
Eu me considero uma BATERISTA que agora também canta, sem ter a pretensão de ser uma grande cantora. Há o desafio de tocar e cantar ao mesmo tempo.
- Vocês tocaram no Festival Rec Beat 2007, em Recife, e acabam de chegar de uma turnê pelos EUA. Qual a importância desses shows (longe de casa) para uma banda independente? Qual o maior obstáculo?
Sim tocamos em festivais longe de casa porque achamos importante tocar para públicos diferentes. Assim podemos fazer uma avaliação melhor de nosso trabalho. Sabemos que as pessoas podem gostar de nossa música sem nenhuma restrição cultural não importa onde a gente esteja. Isso é ótimo, nos da mais confiança para continuar e saber que estamos no caminho certo. O maior obstáculo é o custo e a falta de apoio para as viagens. Geralmente contamos com patrocínios, amigos, produtores e bandas dos outros lugares. Além disso, é preciso muita coragem pra desbravar o desconhecido! Nós dois somos muito aventureiros, então isso não chega a ser um problema.
- Alguns músicos dizem que quanto mais independente uma banda se considera, mais ‘dependente’ ela é, pois necessita constantemente de outras pessoas para a divulgação do seu trabalho. O que vocês acham disso?
As bandas precisam ter um público que a sustente e pessoas que acreditem e ajudem a divulgar e tornar o trabalho uma realidade. Se a banda consegue um público fiel, não necessariamente precisa de uma gravadora, mas sim alguma forma de divulgar o seu trabalho. Acho que as bandas precisam muito da ajuda dos fãs para divulgar o trabalho hoje em dia, porque sem eles, a banda não precisaria existir. Tivemos também muita sorte de contar com nossos amigos Duca Leindecker e Leandro Schirmer que trabalharam conosco no disco, além deles Fabio Nagel e Jaq Jonner, casal de amigos e fotógrafos.
- Para finalizar, qual a expectativa de vocês quanto ao show de lançamento do CD em Porto Alegre, no dia 31 de julho?
Nossa expectativa para o dia 31 de julho é de que seja o nosso melhor show em Porto Alegre até agora! Sempre torcemos para isso, claro que com muito trabalho. Contamos com os roqueiros e todo o público alternativo da cidade para um bom show e porque não uma recepção de boas vindas. É sempre bom se sentir em casa, uma boa oportunidade de tocar para nossos conterrâneos e pode esperar um show bem divertido.
Depois de apresentações pelo Brasil, e uma turnê pelos Estados Unidos eles lançam o CD Da Canja à Rave em Porto Alegre.
- Como surgiu a Canja Rave? Por que uma banda com dois integrantes? Nesse caso podemos dizer que menos é mais?
A Canja Rave surgiu como fruto de um relacionamento entre eu e a Paula. Nos finais de semana ficávamos compondo músicas e então resolvemos tocá-las num estúdio.
A banda tem dois integrantes porque achamos divertido que sejam só os dois. Achamos que o som fica preenchido com a guitarra, bateria e vozes. Com certeza menos é mais! Menos gente, menos atrito e mais diversão.
- Como foi o processo de gravação do CD Da Canja à Rave?
A gravação foi feita ao longo de um ano em períodos espaçados. Gravamos no Estúdio Submarino Amarelo com a produção de Duca Leindecker, Leandro Schirmer e Canja Rave. No começo tentamos seguir a fórmula de uma banda normal, com metrônomo, guia, tudo super comportado. Depois o Duca acertadamente sugeriu que a gente gravasse tudo de novo ao vivo e sem metrônomo. Ficou muito melhor, mais vivo, dessa forma aproximando o disco do que é a Canja Rave ao vivo e passando a idéia que a gente queria desde o começo; uma coisa tosca, mas encorpada!
- A Paula já tocou com o Duca Leindecker, na Cidadão Quem. Isso influenciou a participação dele na produção do CD?
Com certeza influenciou para que ele tivesse interesse na banda. Primeiro ele quis fazer uma gravação rápida, um teste que seria um “demo” com qualidade de disco. Depois ele se empolgou e quis fazer um disco inteiro, participando na produção.
- Qual a função de cada um na Canja Rave?
Na Canja Rave além do Chris tocar guitarra e cantar, compõe melodias e harmonias. A Paula além da bateria e também cantar faz as letras. Claro que isso não é uma regra, os dois fazem letras e músicas tb, mas esse é o processo mais comum ATÉ AGORA. Ambos cuidam da parte administrativa da banda e fazem os arranjos das músicas.
- Do que falam as músicas da banda?
As letras de nossas músicas sempre falam de coisas que acontecem no nosso dia-a-dia. Tentamos passar muita verdade no som que fazemos. Muitas vezes acaba dando certo por isso, porque não estamos fingindo ser algo que não somos.
- Paula, você ficou conhecida por tocar bateria. O que significa ser reconhecida também pela voz?
Eu me considero uma BATERISTA que agora também canta, sem ter a pretensão de ser uma grande cantora. Há o desafio de tocar e cantar ao mesmo tempo.
- Vocês tocaram no Festival Rec Beat 2007, em Recife, e acabam de chegar de uma turnê pelos EUA. Qual a importância desses shows (longe de casa) para uma banda independente? Qual o maior obstáculo?
Sim tocamos em festivais longe de casa porque achamos importante tocar para públicos diferentes. Assim podemos fazer uma avaliação melhor de nosso trabalho. Sabemos que as pessoas podem gostar de nossa música sem nenhuma restrição cultural não importa onde a gente esteja. Isso é ótimo, nos da mais confiança para continuar e saber que estamos no caminho certo. O maior obstáculo é o custo e a falta de apoio para as viagens. Geralmente contamos com patrocínios, amigos, produtores e bandas dos outros lugares. Além disso, é preciso muita coragem pra desbravar o desconhecido! Nós dois somos muito aventureiros, então isso não chega a ser um problema.
- Alguns músicos dizem que quanto mais independente uma banda se considera, mais ‘dependente’ ela é, pois necessita constantemente de outras pessoas para a divulgação do seu trabalho. O que vocês acham disso?
As bandas precisam ter um público que a sustente e pessoas que acreditem e ajudem a divulgar e tornar o trabalho uma realidade. Se a banda consegue um público fiel, não necessariamente precisa de uma gravadora, mas sim alguma forma de divulgar o seu trabalho. Acho que as bandas precisam muito da ajuda dos fãs para divulgar o trabalho hoje em dia, porque sem eles, a banda não precisaria existir. Tivemos também muita sorte de contar com nossos amigos Duca Leindecker e Leandro Schirmer que trabalharam conosco no disco, além deles Fabio Nagel e Jaq Jonner, casal de amigos e fotógrafos.
- Para finalizar, qual a expectativa de vocês quanto ao show de lançamento do CD em Porto Alegre, no dia 31 de julho?
Nossa expectativa para o dia 31 de julho é de que seja o nosso melhor show em Porto Alegre até agora! Sempre torcemos para isso, claro que com muito trabalho. Contamos com os roqueiros e todo o público alternativo da cidade para um bom show e porque não uma recepção de boas vindas. É sempre bom se sentir em casa, uma boa oportunidade de tocar para nossos conterrâneos e pode esperar um show bem divertido.
Entrevista: Wender Zanon


2 comentários:
O Wender superou nessa entrevista hein.
Muito boa ;)
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